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19 de junho de 2012

Fatma marca audiência pública de hotel na Ponta do Coral, em Florianópolis

Evento vai ocorrer em 18 de julho na Associação Recreativa Novo Horizonte

Empreendimento prevê 661 apartamentos e 247 vagas na marina Foto: Divulgação / Hantei


Fatma marca audiência pública de hotel na Ponta do Coral, em Florianópolis Divulgação/HanteiA audiência pública para discutir a construção de um hotel de luxo e uma marina na Ponta do Coral, localizada na Avenida Beira-Mar Norte, foi marcada para 18 de julho. O
evento é uma exigência do processo de licenciamento ambiental para o projeto de R$ 330 milhões, que prevê o aterramento de uma faixa do mar.

Também servirá para a Construtora Hantei, responsável pelo empreendimento, detalhar a obra e coletar sugestões. Pela legislação, uma audiência pública não é o espaço para as pessoas darem opiniões sobre o projeto, mas é comum que grupos contrários usem a ocasião para fazer pressão.

O evento começa às 19h e será realizado na Associação Novo Horizonte, no Bairro Agronômica, na Capital. O diretor executivo da Hantei, Aliator Silveira, fará uma apresentação de uma hora. Na sequência, haverá espaço para perguntas e sugestões.

Ele vai descrever os resultados do estudo do impacto ambiental do empreendimento (EIA/Rima). A Fatma, órgão ambiental responsável pela análise do caso, ressalta que este é o momento em que o assunto deixa de ser tratado de forma técnica e é discutido numa linguagem acessível.

Estudos custaram
R$ 15 milhões

A Hantei afirma que todas as solicitações da Fatma foram atendidas pelo projeto, que envolveu 66 técnicos, entre oceanógrafos, biólogos, geólogos, arquitetos e engenheiros. O investimento total nesta etapa chegou aos R$ 15 milhões.

A audiência pública não é, necessariamente, a última etapa do órgão ambiental. Pode haver pedido de mais informações, e por isso não é possível estabelecer um prazo para decisão final para a licença ambiental ser ou não emitida e, em caso positivo, que condições serão impostas.

O projeto

Investimento: R$ 330 milhões
Apartamentos: 661
Leitos: 1.322
Lojas: 51, sendo 13 restaurantes
Altura: 60 metros
Estacionamento: 1 mil vagas
Marina: 247 embarcações

Fonte: DC 19/06/2012

16 de janeiro de 2012

Os Donos do "PLANETA"

Com as "bençãos" do poder público municipal e estadual,  foi realizado no Sapiens Parque mais uma edição do PLANETA ATLÂNTIDA  do grupo RBS de Comunicação no ultimo final de semana (13/01 e 14/01).

SEGURANÇA
Com segurança policial gratuita  colocada  à disposição do evento, estrutura de Delegacia Móvel, policiais da equipe de inteligência, atuando à paisana no combate à criminalidade trabalhando em conjunto com a Policia Militar, para evitar contratempos e garantir que o evento transcorresse de maneira segura, (enquanto os moradores de outras localidades ficavam a mercê da criminalidade crescente  em todos os bairros da nossa cidade), para a realização de um evento privado que beneficia uma minoria de privilegiados escolhidos para desfrutar deste suporte fornecido pelo estado, e como se  não bastasse todo este aparato oferecido gratuitamente   o secretario alheio a tudo isso destacou também, a intenção de reformar o prédio da Sétima Delegacia de Polícia, que fica praticamente em frente ao evento.

TRÂNSITO
Contando ainda com a presença do estado ,  que disponibilizou policias para realizarem  as alterações necessárias  nas sc 401 ( alterou às 15h nos dias do evento o trânsito no Norte da Ilha no trecho do trevo dos Ingleses, onde fica o Ilha Shopping, até o trevo de Canasvieiras) , fazendo com que os moradores da região de canasvieiras e adjacências, fossem obrigados a transitar por vias alternativas e sinuosas para chegar ate os seus domicílios, e assim contribuir para maior comodidade daqueles que pretendiam chegar ate o evento privado mais uma vez desrespeitando o direito constitucional de Ir r Vir.

EDUCAÇÃO
Mais uma vez nesta edição o desrespeito com a cultura local ficou evidente, colocando as nossas bandas em segundo plano. A banda de maior expressão catarinense ,  (DAZARANHA com vários CDs gravados) desde as primeiras edições ate hoje fizeram suas apresentaçoes sempre na abertura do evento - no horario que as pessoas ainda estão chegando- fazendo assim com que suas  apresentaçoes sempre  aconteçam para um publico reduzido de pessoas,  e se  não bastasse ainda ,quando as mídias do grupo RBS ainda  não  estão transmitindo o evento ao vivo.

LICENÇAS E AUTORIZAÇÕES
Os órgãos públicos forneceram alvaras , licenças e autorizacoes sem problema algum para a realizacão do evento mesmo desrespeitando leis municipais - LEI COMPLEMENTAR CMF Nº 3/99, QUE
DISPÕE SOBRE RUÍDOS URBANOS E PROTEÇÃO DO BEM ESTAR E DO SOSSEGO PÚBLICO -  entre outros privilégios só concedidos aqueles que são os "Donos do Planeta".

PROCON
Os "donos do planeta", praticam preços incoerentes  com nossa realidade,  vendendo por exemplo cervejas , refrigerantes, agua, etc... por valores exorbitantes,  praticados talvez somente em balneários ditos "internacionais"  e sem nenhuma fiscalização dos òrgãos competentes.

Os Donos do Planeta, como tal , fazem e desfazem do nosso povo, humilhando e explorando todos os anos com a conivência dos poderes.
Porque ? SÃO OS DONOS DO PLANETA !!!

13 de dezembro de 2011

PEDRA DESLIZA NO MORRO DA MARIQUINHA NESTA TARDE

Desmoronamento no Morro da Mariquinha - Breno MaestriPor conta das fortes chuvas, houve um deslizamento de uma imensa pedra na rua Rua Valdemiro Monguilhot, morro da mariquinha, centro de florianopolis, nesta tarde  arrastando tres casas indo parar somente perto de onde foi a antiga sede da sociedade carnavalesca "Granadeiros da Ilha, ndo hoje funciona um lavacar de propriedade do Sr Marcelo, que afirma que sua mae pode estar soterrada neste momento.
 Com um deficit habitacional, ocupação desordenada e uma defesa civil, quem nao realiza um trabalho de prevencao com relaçao aos moradores das encostas,  ja era de se esperar  uma tragedia anunciada.
Pois sabemos que as  encostas de outras comunidades como, Pantanal, Costeira, Horacio,Serrinha, Morro da Cruz, entre outras tambem apresentam riscos de deslizamentos e nada é feito.
Infelizmente neste momento acabam de encontrar o corpo de Claudete Andrade Ferreira, 65 anos.

Pedra de 200 toneladas













Carro atingido no deslizamento



Esgoto Nas Praias - Pesadelo das Comunidades

O tratamento do sistema de esgoto nas praias tornou-se o pesadelo das comunidades e dos empresários ligados ao turismo. Ou os dejetos passam a ser adequadamente tratados, ou então muitas praias hoje bastante freqüentadas, vão se tornar cada vez mais impróprias para os banhos , pois a cada avaliaçao dos órgãos ambientais estão sendo  localizados pontos e mais pontos críticos nos nossos balnearios.
É uma questão de sobrevivência.
Na avaliação da temporada do ano passado, as maiores reclamações foram para o lançamento de esgotos nas praias, partidas dos próprios turistas. As comunidades de Santo Antônio e Sambaqui, também se movimentam no sentido de cobrar das autoridades maior respeito com o ecossistema há muito abandonado, e que resolvam os problemas na area de esgoto e saneamento (com relação aos dejetos jogados na praia), e o mau cheiro constante, contrastatando com seu rico centro gastronomico.

Quando se fala em colocar Florianópolis na rota dos transatlânticos, têm-se em mente que os turistas que viajam á bordo dessas embarcações, não estão dispostos a desembarcar em praias onde exista um rio escoando esgotos para a praia, como acontece em muitas praias da Ilha. Houve um tempo em que tratar o esgoto era um luxo, necessidade tratada como exigência no mínimo descabida. Mas hoje as coisas mudaram e já se sabe que a própria atividade pode se inviabilizar, caso não sejam tomadas medidas urgentes, concretas e eficazes

8 de novembro de 2011

Governo de Santa Catarina lança projeto da quarta ligação entre Ilha e Continente

Além da ponte, um aterro será construído para abrigar uma via expressa, que dára acesso à BR 101, e uma marginal, para trânsito interno

img Emanuelle Gomes
@Emanuelle_ND
Florianópolis

Divulgação

Ponte liga a Beira-mar Norte ao Continente

A quarta ligação entre a Ilha e o Continente pode começar a ser construída a partir de setembro do ano que vem. Na tarde de segunda-feira (7), o governador do Estado, Raimundo Colombo, apresentou o novo projeto e assinou a autorização para elaboração do edital e contratação da empresa que fará o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, Estudo de Impacto Ambiental, Projeto Básico e Plano de Negócios para as obras do novo sistema viário. A contratada será definida até o final deste ano e a expectativa é que a ponte esteja pronta até a metade de 2014. O aterro e o acesso à BR 101 devem ser concluídos no início de 2016.

Com projeto moderno e arrojado, a nova ligação tem o intuito de desafogar o trânsito nas pontes Colombo Sales e Pedro Ivo Campos, além de criar um acesso entre a Capital e a BR 101, passando por parte da orla de São José. Para isso, uma quarta ponte será construída com quatro pistas em cada sentido, uma pista exclusiva para ônibus, passarela de pedestres e ciclovia. A estrutura estará ligada à Beira-mar Norte, na Ilha, e a uma via expressa e uma marginal localizadas sobre um aterro, no Continente.

A obra, com investimento de R$1,1 bilhão de reais, será financiada por meio de PPP (Parceria Público Privada), com a comercialização de parte desse aterro. O restante do espaço servirá a prédios públicos e áreas comuns, como parques e quadras de esportes. “Isso vai proporcionar maior desenvolvimento à região e milhares de novos empregos”, explica o secretário de Estado de infraestrutura, Valdir Cobalchini.

De acordo com o secretário, o trânsito local deve acontecer por meio das marginais, com a via expressa dando acesso à BR 101. Passarelas de pedestres vão garantir a movimentação ininterrupta de veículos e viadutos vão possibilitar o acesso entre a via expressa e o sistema viário local. Durante a obra, Colombo garante que não haverá necessidade de desapropriações, que custam caro ao Governo, e interferências no trânsito.

Para viabilizar a obra, o governador do Estado diz que a Marinha já emitiu uma licença ambiental prévia e que a cessão do terreno pela União, dona do espaço que no qual deve ser construído o aterro, já está em andamento. “Apresentamos o projeto à Superintendência do Patrimônio da União em Santa Catarina e estamos conversando. Estudamos diversas maneiras de fazer uma nova ligação, mas essa foi a forma mais viável”, comenta.

Gustavo Kuerten é contrário ao projeto

Apesar das afirmativas do governo, a superintendente do patrimônio da União em Santa Catarina, Isolde Spíndola, esclarece que houve uma consulta, mas nenhum pedido oficial de cessão do terreno. “Primeiro tem que ser feito o projeto, verificar as licenças ambientais, para depois ser feito o pedido”, explica. Isolde garante que há viabilidade para que a obra seja realizada. “Depende apenas de como será feita. Eles apresentaram uma maquete, porém ainda não diz nada”, conclui.

Hoje, 178 mil veículos acessam diariamente as duas pontes que ligam a Ilha ao Continente. Segundo estudos preliminares realizados pelo governo, o número de tráfego em 2020 deve subir para mais de 300 mil veículos por dia. “Estamos diante do projeto mais estrutural de todos os tempos no Estado. É uma obra vital para as futuras gerações”, destaca o prefeito de Florianópolis, Dário Elias Berger.

O novo acesso já conta no Plano Diretor de Florianópolis e, de acordo com Colombo, pode receber adequações durante a fase de estudos. O ex-tenista Gustavo Kuerten esteve presente na cerimônia de apresentação do projeto e contestou, justamente, a forma como a nova ligação foi pensada. “Eles estão dando um passo maior que a perna. Acredito que antes o Plano Diretor deveria prever o que a nossa cidade precisa para depois ser feito um projeto audacioso como esse”, opina.

Segundo Kuerten, a população não foi ouvida. “Ninguém sabe se essa é a melhor saída. A comunidade deveria participar mais dessas decisões e arcar junto com as consequências”, comenta.

Ponte estaiada estava nos planos do governo  

O novo projeto está fora do polígono de tombamento da ponte Hercílio Luz. Em agosto, quando o governo finalizou os estudos do sistema viário apresentado ontem, Colombo revelou que havia intenções de se construir uma ponte estaiada. Entretanto, seria necessária uma licença emitida pelo Iphan (Instituto de Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional) que poderia inviabilizar o projeto. Na época, o governador comentou que a ponte estaiada comprometeria a visão da Hercílio Luz e teria um custo muito maior do que a ponte convencional.

Além do modelo diferenciado, a construção de um túnel também foi pensada. Entretanto a ideia foi descartada por dificuldades de execução e custos altos. A ponte também poderia ser construída no vão entre a Colombo Salles e Pedro Ivo, com base no projeto de ampliação de capacidade da Via Expressa desenvolvido pelo governo federal, mas optou-se por fazer a ligação entre a Beira-mar Norte e o Continente.
 
Confira o vídeo com projeto


Conheça mais informações sobre a nova ligação no jornal Notícias do Dia dessa terça-feira (8)
Publicado em 07/11-20:54 por: Emanuelle Gomes.

7 de novembro de 2011

Futuro da Hercílio Luz e edital de licitação da quarta ligação estão em pauta nesta segunda

O secretário de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, afirma que comparecerá nos dois encontros

Roberta Kremer | roberta.kremer@diario.com.br

Estimada em R$ 1,1 bilhão, a quarta ponte
tem prazo de conclusão de quatro anos
Nesta segunda-feira a reforma da Hercílio Luz será alvo de audiência na Assembleia Legislativa, as 14h, uma hora depois, o governador Raimundo Colombo assina o edital de licitação do projeto executivo da quarta ponte, que deve ser localizada na Baía Norte. O secretário de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, afirma que comparecerá nos dois encontros.

Na reunião sobre a primeira travessia, Cobalchini participará da abertura da audiência solicitada pelo deputado e líder da bancada progressista, Silvio Dreveck. Os técnicos do governo ficarão para prestar os esclarecimentos e o secretário seguirá para o lançamento do projeto da quarta ponte, que ele mesmo credita como prioridade de governo.

— Aquela ponte (a quarta) vale por duas. Serão oito faixas, além das destinadas para pedestres e ciclistas. Uma coisa jamais imaginada no Estado. Nosso estudo prevê 300 mil veículos passando pelas pontes por dia em 2020, quase o dobro dos que percorrem hoje. Com a nova travessia, vamos salvar o trânsito de Florianópolis — define Cobalchini.

Estimada em R$ 1,1 bilhão, a quarta ponte tem prazo de conclusão de quatro anos. Mas corre um alto risco de entrar em uma batalha ambiental, o que geralmente leva tempo. Isso porque a travessia entre a Beira-Mar Norte e a Beira-Mar Continental terá uma aterro de 3 milhões de metros quadrados, que ligará a ponte - por um sistema viário - até a BR-101, em Biguaçu.

A obra também precisa que a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) conceda a área de Marinha para o Estado, que deseja usar um terço do total como moeda de troca para empresas tocarem o projeto. Por em prática não é tão fácil. A superintendente da SPU no Estado, Isolde Espíndola, adverte que os procedimentos se tornam mais complexos quando incluem a inciativa privada.

À medida em que o governo se volta para o projeto da quarta ponte, a Hercílio Luz passa por novos atrasos. Assim que tomou posse, Colombo prorrogou de 2012 para 2014 a conclusão das obras de restauração. Vislumbrando a nova ligação, o governo não teria dinheiro para injetar na antiga e tombada estrutura.

Com o anúncio de reduzir o investimento em março, o Consórcio Monumento, responsável pela restauração, fez o primeiro alerta do risco de queda. Para acalmar os ânimos, o Estado afirmou que iria buscar os R$ 130 milhões, faltantes dos R$ 170 milhões orçados, para concluir a obra por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. Mas, a três semanas de encerrar o prazo de cadastramento do projeto no Ministério da Cultura, não se decidiu nem o tipo de entidade que será criada para captar os recursos de renúncia fiscal.

Com a lentidão na restauração, cresce a incerteza sobre a conclusão da obra.

Além disso, a colocação das 16 estacas - base para a estrutura provisória que vai segurar o vão central durante a restauração - já está atrasada.

A balsa utilizada no estaqueamento está há um mês fora de operação. O repasse de dinheiro está inferior ao previsto. Existia um planejamento de investir R$ 11,5 milhões de janeiro a outubro, mas no período foram inseridos R$ 8,3 milhões, ou seja, quase um terço a menos. Diante de mais lentidão na restauração da Hercílio Luz e do anúncio de uma nova ponte, os alertas sobre a ameaça de queda retornam. E a incerteza da conclusão também.

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18 de outubro de 2011

Obra de esgoto a céu aberto, na SC-401, em Florianópolis ,"sem dono" incomoda moradores

Única certeza é que a obra leva resíduos para o manguezal do Itacorubi

 

Buraco exala fedor e incomoda quem passa
pelo local Foto:Jessé Giotti / Agencia RBS
Uma obra de esgoto, cuja autoria e responsabilidade ninguém sabe de quem são, está causando dor de cabeça aos moradores da SC-401, no Norte da Ilha, em Florianópolis. A nota foi publicada no Visor, do colunista Rafael Martini, no Diário Catarinense desta terça-feira.

O buraco está a céu aberto exalando uma senhora fedentina e incomodando, mas ninguém sabe dizer quem é o pai da criança, diz o colunista. A única certeza é que a tal obra de esgoto leva os resíduos, que vêm sabe-se lá de onde, para o manguezal do Itacorubi. Casan, Deinfra, prefeitura e SOS Cárdio (porque fica quase na frente do hospital) não sabem dizer quem é o responsável pelo trabalho.

A hipótese levantada pela Casan é que trata-se de uma ligação clandestina na rede pluvial. O Deinfra negou qualquer ligação com a obra. Já o hospital disse não ter autorização para realizar intervenções na rodovia. E a Vigilância Sanitária de Florianópolis também garantiu desconhecer o fato.

Rafael Martini completa: tanta desinformação sobre uma obra deste porte só comprova que, em se tratando de saneamento na Capital, o buraco é mais embaixo. Bem mais embaixo.
Fonte: DIARIO CATARINENSE 18/10/2011