Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens

2 de abril de 2012

Suspensa a coleta de lixo em Florianópolis por falta de pagamento do vale-alimentação de trabalhadores

Paralisação é por tempo indeterminado, segundo direção do sindicato da categoria

A coleta de lixo está novamente paralisada em Florianópolis. A cidade amanheceu sem o serviço realizado todos os dias em função da falta de pagamento do vale-alimentação para os trabalhadores da Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap). Segundo a categoria, o serviço só deve ser retomado quando houver a solução para o problema.

De acordo com o diretor administrativo-financeiro Charles Pires, houve um problema financeiro que impediu a disponibilização no período acertado anteriormente para os 1.523 funcionários.

— O repasse da Prefeitura de Florianópolis foi feito na tarde de sexta-feira e não havia tempo hábil para o crédito nos cartões, o que deve ser feito até a meia-noite desta segunda-feira — garantiu.

Segundo a direção do Sindicato de Trabalhadores do Serviço Municipal (Sintrasem), a retomada ao trabalho ocorrerá somente depois da liberação do crédito.

Esta é a mais recente manifestação dos trabalhadores da Comcap, que enfrentam um impasse na negociação salarial com a empresa.

DIÁRIO CATARINENSE
 

10 de fevereiro de 2012

Se anistiar, aí vira um país sem regra", diz Dilma sobre PMs grevistas na Bahia

O discurso do PT era falácia.
Onde estão os caras de paú que faziam baderna nas ruas ?????
 
Tensão na Bahia09/02/2012 | 13h02 –FOLHA
PMs baianos condicionam fim da greve a anistia total e imediata aos manifestantes
Declaração de Dilma sobre PMs grevistas foi dada durante vistoria de obra no Ceará Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência da República,Divulgação
 
Dilma Roussef se mostrou categoricamente contra a anistia dos policias grevistas da Bahia. Em rápida entrevista ao vistoriar obras da ferrovia Transnordestina, em Parnamirim, sertão pernambucano, a 561 quilômetros do Recife, a presidente disse que não se pode anistiar crimes e atos ilícitos.

— Por reivindicar, as pessoas não têm de ser presas nem condenadas, mas por atos ilícitos, por crimes contra o patrimônio, crimes contra a pessoa e contra a ordem pública, não pode ser anistiado — disse — Se anistiar, aí vira um país sem regra — concluiu.

A presidente afirmou que o Brasil tem atualmente uma visão de garantia da lei e da ordem muito moderna.

— Nós não consideramos que seja correto instaurar o pânico, instaurar o medo e criar situações que não são compatíveis com a democracia. Não concordo em alguns casos, de maneira alguma, com processo de anistia que parece sancionar qualquer ferimento da legalidade, não concordo e não vou concordar — enfatiza.

Segundo ela, numa democracia sempre se tem que considerar legítimas as reivindicações, mas há forma de reivindicar.

— Não considero que aumento de homicídios na rua, queima de ônibus, entrada em ônibus encapuzados, sejam uma forma correta de conduzir o movimento — acrescentou ela, que disse ter ficado "estarrecida" ao assistir as gravações entre líderes de movimentos da Polícia Militar divulgadas pela TV Globo na noite de ontem.

— Há outros interesses envolvendo toda essa paralisação — completa.

A presidente disse aguardar com muita expectativa o desenrolar de todos os acontecimento e garantiu que o governo federal vai agir prontamente com suporte e apoio aos governadores sempre que eles peçam.

— Em os governos solicitando, terão presença garantida do governo federal em todas essas questões — finaliza.

Os policiais militares baianos decidiram continuar em greve mesmo após a desocupação da Assembleia Legislativa, em Salvador, no início da manhã desta quinta-feira. Centenas de PMs reuniram-se em um ginásio pertencente ao sindicato dos bancários, localizado na Ladeira dos Aflitos, no bairro Campo Grande.

O grupo pede anistia total e imediata a todos que participaram da mobilização e revogação da prisão preventiva a 12 líderes do movimento — dos quais cinco já foram detidos. Além disso, eles querem o pagamento imediato da Gratificação de Atividade Policial (GAP) 4.

Para eles, o fato do líder da revolta, o ex-policial Marco Prisco, ter se entregado não significa uma derrota.

O grupo espera juntar, até o final do dia, 3 mil manifestantes no ginásio.

12 de novembro de 2011

Trabalhadores responsáveis pela coleta de lixo em Florianópolis ameaçam entrar em greve

Diretoria da Comcap acredita que impedirá a medida com negociações

Atualizada às 23h43min
Joyce Santos

Funcionários da Companhia de Melhoramentos da Capital (Comcap), responsáveis pela coleta de lixo em Florianópolis, ameaçam entrar em greve caso não ocorra alterações em 17 das 73 claúsulas para a definição do acordo coletivo.Na próxima quarta-feira, 16 de novembro, a questão deverá ser definida em uma nova assembléia, às 7h.

Os funcionários valorizam as medidas oferecidas pela empresa, mas dizem estar longe de uma situação satisfatória. A representante do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Municipal (Sintrasem), Rosangela Soudatelli, afirma que as reivindicações contemplariam não só os empregados, mas toda a população de Florianópolis.

— As mesas de negociações foram produtivas, mas desconsideram questões importantes, como investimentos em maquinário novo, pois os equipamentos estão deteriorados e comprometem o serviço. A questão da reciclagem também é muito importante, e as propostas apresentadas não são suficientes para suprir os problemas atuais.

Para demonstrar a deficiência no serviço e alertar a população, a representante frisa o fato de que há dez anos a Comcap tinha 1,2 mil funcionários. Atualmente, o total de trabalhadores é de 1,5 mil.

A exigência de novos concursos públicos por parte dos sindicalistas seria para ampliar o atendimento e resolver o problema. A empresa chegou a incluir o item entre as claúsulas questionadas. Mas o número de ofertas de vagas não agradou os trabalhadores.

A redução da jornada de trabalho de oito para seis horas, sem redução de salário, segundo Rosangela é fundamental para a vida útil do trabalhador. Ela informa que raramente algum funcionário alcança 21 anos de empresa sem graves problemas de saúde por causa da desgastante rotina.

O diretor da Comcap, Marius Bagnati, esteve reunido com membros do Sintrasem no fim da tarde desta sexta-feira na tentativa de impedir a medida. Para isso, ele firmou modificação em quatro cláusulas.

Na manhã deste sábado Marius visitará a sede da empresa para conversar com os trabalhadores. A falta de informação sobre os benefícios acertados com os sindicalistas poderia ser um dos motivos da insatisfação dos funcionários.

Segundo a assessoria da Comcap, a empresa já teria cedido alguns benefícios: a reposição de 100% da inflação no período de um ano foi anunciada na reunião, assim como a ampliação de incentivo salarial para quem concluir novos níveis de escolaridade, antes até o segundo grau e agora até pós-graduação.

O aumento do valor diário pago pelo vale alimentação deve ser reajustado de R$ 13 para R$ 14. As chefias dos funcionários também teriam cursos de capacitação gerencial e de relações humanas.

Os funcionários queriam, ainda, receber o correspondente a todos os dias do mês e não somente aos dias trabalhados, mas não obtiveram sucesso neste caso. A diretoria teria considerado um exagero, já que a maioria das empresas cobrem apenas os dias de serviço.

Notícias Relacionadas

Fonte: DC 12/11/2011

17 de outubro de 2011

Greve dos bancos chega ao fim na maior parte de Santa Catarina

Depois de 21 dias greve deve terminas na maior parte de Santa Catarina - Artur Moser / Agencia RBS

Nove das 10 assembleias desta segunda-feira aprovaram a proposta da Febraban

Janaina Cavalli | janaina.cavalli@diario.com.br

Chega ao fim a greve dos bancários na maior parte de Santa Catarina. De dez assembleias regionais realizadas nesta segunda-feira, até o final desta edição, nove aprovaram a proposta da Febraban de reajuste salarial de 9%. Também foram discutidas as propostas específicas do Banrisul, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

A proposta da Fenaban, que vale para os bancos privados e serve como base de negociação para o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, estabeleceu reajuste de 9% sobre os salários e de 12% sobre o piso da categoria, válido a partir de 1º de setembro. O valor do piso sobe de R$ 1.250 para R$ 1.400.

Os bancários conseguiram, também, aumento na Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e passam a receber da instituição em que trabalham até 2,2 salários por ano.

— Na minha análise, os 9% ainda são insuficientes, mas a valorização do piso salarial é condizente com as nossas reivindicações. Em todo o caso, já estávamos entrando no vigésimo dia de greve e ficaria complicado continuar com a paralisação. Chegamos, com a Fenaban, a uma proposta apresentável aos trabalhadores — afirmou João Barbosa, presidente da Federação dos Estabelecimentos Bancários do Estado (FEEB-SC).

Em Florianópolis, com aproximadamente 500 bancários, a assembleia acatou à proposta da Febraban e do Banco do Brasil, mas não a da Caixa. Os funcionários do banco esperam um avanço na proposta, que inclui a manutenção da PLR Social, valorização do piso e ampliação do quadro em 5 mil funcionários até final de 2012, e fazem nova assembleia nesta terça-feira às 9h. O sindicato considerou a proposta da Caixa insuficiente, por não apresentar avanços em relação à isonomia (igualdade de salários para todos os funcionários) e porque o aumento do piso não é refletido em toda a carreira, segundo os trabalhadores.

Banrisul, Caixa e Banco do Brasil negociam à parte com os bancários. O BB oferece também um reajuste salarial de 9%, mas uma valorização do piso de 10%, abaixo da proposta pela Febraban. Além disso, propõe a contratação de 2 mil adolescentes, que não foi reivindicada pelos bancários. As regionais de Chapecó e Xanxerê rejeitaram o acordo com o BB e fazem nova assembleia na terça-feira.

Em Joaçaba e Lages, todos os bancos, com exceção do Banrisul, voltam a funcionar.

O fim da paralisação de todos os bancários de Lages movimentou as agências do município. As filas ficaram maiores do que o normal compensando os dias que as agências ficaram fechadas. Muita gente teve que enfrentar horas de espera para conseguir um atendimento.

Às 16h as portas fecharam e muita gente continuou chegando e reclamando:

— Já que fizeram greve, agora deveriam ficar até mais tarde — reclamou uma senhora que chegou depois das 16h.

A agência mais movimentada foi a da Caixa Econômica Federal, no Centro de Lages, que permaneceu atendendo muitos clientes depois do horário de fechamento.

Em Lages, o Banrisul negocia diretamente com o governo do estado do Rio Grande do Sul e não com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O Banrisul não tem previsão de retomada dos serviços.

Notícias Relacionadas


DIÁRIO CATARINENSE

13 de outubro de 2011

Funcionários dos Correios devem voltar ao trabalho nesta quinta sob pena de multa a entidades

Trabalhadores que não retornarem podem ser demitidos por justa causa

Por uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST), os funcionários dos Correios devem retornar ao trabalho a partir da 0h desta quinta-feira. De acordo com o presidente do TST, ministro João Oreste Delazen, se os funcionários não voltarem aos seus postos, estarão sujeitos à demissão por justa causa, por ato de indisciplina e descumprimento de decisão judicial, e as entidades deverão pagar multa de R$ 50 mil por dia.

Os ministros autorizaram os Correios a descontar no salário dos grevistas o equivalente a sete dias de greve e os demais 21 dias de paralisação devem ser compensados com trabalho extra nos fins de semana. Também foi determinado o pagamento de um aumento real de R$ 80 a partir de 1º de outubro e reajuste linear do salário e dos benefícios de 6,87% retroativo a 1º de agosto. Segundo o representante da empresa, o pagamento dos benefícios vai resultar em um impacto de cerca de R$ 850 milhões nas contas da empresa.

Entregas devem ser normalizadas em cerca de dez dias
A estimativa do Correios é que cerca de 185 milhões de correspondências e encomendas deixaram de ser entregues desde o início da greve. De acordo com o vice-presidente Jurídico, Jeferson Carús Guedes, a empresa vai organizar escalas de trabalho ao longo das próximas semanas para normalizar o serviço de entregas — o que deve levar entre sete e dez dias. Guedes afirma que a situação mais crítica é nas regiões metropolitanas e em alguns estados como o Pará.

* com informações da Agência Brasil
ZERO HORA*

27 de setembro de 2011

Bancários decidem entrar em greve

Os bancários decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir da 0h desta terça-feira (27). A categoria rejeitou a proposta de 8% de reajuste salarial feita pelos bancos. A decisão foi tomada em assembleias pelo país na noite desta segunda-feira. A paralisação atingirá bancos publicos e privados.

"Isso [o reajuste de 8%] significa apenas 0,56% de aumento real, continuando distante da reivindicação de 12,8% de reajuste (5% de ganho real mais a inflação do período)", afirma o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro.

A  a proposta dos bancos não contém "valorização do piso salarial, não amplia a participação nos lucros, e muito menos traz avanços em relação às reivindicações de emprego e melhoria das condições de trabalho".

Os bancários reivindicam também "fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização, dentre outras reivindicações".

Esperamos que a força da greve faça com que os bancos apresentem uma proposta que garanta emprego decente aos bancários. Com lucros acima de R$ 27,4 bilhões obtidos somente no primeiro semestre deste ano, os bancos possuem todas as condições de atender as reivindicações da categoria, de modo a valorizar o trabalhador, distribuir renda, reduzir desigualdades e contribuir para o desenvolvimento do país.

È importante o  apoio e a compreensão de todos,  clientes e usuários, que sofrem com as altas taxas de juros, as tarifas exorbitantes,  filas intermináveis pela falta de funcionários, a insegurança e a precarização do atendimento bancário..

ORIENTAÇÃO

Aos clientes, a recomendação é para que seja feita a utilização de canais alternativos, como internet, telefone, terminais de autoatendimento e correspondentes bancários.

26 de setembro de 2011

Greve dos funcionários dos Correios continua

A empresa recusa-se a voltar a debater propostas com os trabalhadores, a menos que eles retornem ao trabalho. Sem perspectivas de negociação, os profissionais garantem que manterão a paralisação por tempo indeterminado, até que um novo canal de diálogo seja aberto.
A categoria reivindica aumento salarial de R$ 400,00, reajuste do vale-refeição e do vale-alimentação, piso salarial de R$ 1.635,00 e reposição da inflação de 7,16%. Conforme dados dos Correios, um contingente de aproximadamente 40% dos empregados parou.
Já o Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina (Sintect-SC) afirma que o movimento atinge 60% da categoria. Em Santa Catarina, conforme nota dos Correios divulgada, “não há carga parada ou retida e sim que são entregues com atraso”. O sindicato rebate.
 Conforme os trabalhadores, apenas correspondências de urgência (como o sedex, por exemplo) são entregues. O restante está parado nos centros de distribuição.

Só pra lembrar que:

"Os Correios registraram nos seis primeiros meses de 2011 um lucro de R$ 499,65 milhões, valor 48,2% maior que o obtido no mesmo período do ano passado".

IFSC - A Greve Continua

104ª Plena decide que a greve deve continuar

Por ampla maioria de votos, a 104ª Plena do Sinasefe, realizada em Brasília no último sábado, dia 24, decidiu pela continuidade da greve em todo o país, com intensificação das atividades de radicalização na capital federal e nos estados.
Com 40 Seções presentes, a Plena contou com a participação de 69 delegados e 31 observadores. Outra deliberação importante apontou para a realização de um grande Ato Público no próximo dia 4 de outubro, em Brasília.
Nos informes das seções, o que predominou foi o relato do estado atual de mobilização e das atividades realizadas pelas bases, bem como o resultado de suas assembléias locais. Dentre as ações de radicalização, destaque para a ocupação de reitorias, trancamento de avenidas, rodovias e pontes, fechamento de aeroportos, etc.
Os participantes fizeram a análise da conjuntura destacando itens como a avaliação da proposta apresentada pelo MEC ao Sinasefe, a intransigência e omissão do MPOG, a correlação de forças, a necessidade de continuidade e ampliação da radicalização, entre outros.
• A próxima Plenária Nacional será realizada no dia 05 de outubro sera  105ª Plena.