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10 de abril de 2012

Sobrevoo feito no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro dá dimensão de estragos causados por incêndio

Técnicos da Fatma estão convencidos de que incêndio foi intencional Foto: Polícia Militar Ambiental / Divulgação
Maurício Frighetto

Do alto, o cenário mostra apenas algumas manchas verdes. Antes, era uma rica vegetação e habitat de inúmeras espécies na Baixada do Massianbu, em Palhoça, área que pegou fogo no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

O sobrevoo feito pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e da Polícia Ambiental apontou que é baixa a probabilidade de animais de médio porte terem sobrevivido. Neste cenário, embora não haja números, animais como lontra, furão e capivara e gato-do-mato, símbolo do parque, morreram.

Os técnicos chegaram à conclusão de que dos 920 hectares que pegaram fogo, 850 hectares estavam sobre os limites do parque. Os outros 70 faziam parte da Área de Proteção Ambiental (APA) do Entorno Costeiro.

O fogo começou antes das 19h de terça-feira da semana passada e foi controlado na quinta-feira, por volta das 22h. A hipótese de que foi proposital está cada vez mais clara para a polícia e para a Fatma.

— Nossos técnicos e a polícia estão convencidos de que foi intencional. O fogo se alastrou na direção contrária ao vento, sinal de que foi provocado pelo homem. Vou pedir prioridade à polícia na apuração do caso, até para impedir outros casos — afirmou o presidente da Fatma Murilo Flores.

Vias no entorno e dentro do parque ajudaram

Segundo o chefe de gestão do parque, Alair de Souza, a principal suspeita é de que moradores teriam queimado a a área para melhorar as pastagens dos bois. A outra hipótese, divulgada durante o incêndio, de que dois homens de moto teriam ateado fogo, foi descartada. Outra observação levantada ontem é de que as vias que ficam no entorno e dentro do parque ajudaram no controle do fogo.

— Isso possibilitou o acesso dos bombeiros, e impediu que o fogo se alastrasse, inclusive, para as casas — disse Flores.

Agora, a Fatma vai esperar o a conclusão do inquérito para definir o plano de recuperação da área.

22 de março de 2012

No Dia Mundial da Água, evite o desperdício e aprenda a ser sustentável

Campanha ressalta que, além de bebermos, precisamos de muita água para comer

Nesta quinta-feira (22) é comemorado o Dia Internacional da Água. Em 2012, o tema é Segurança da Água e da Comida, com a preocupação voltada para o aumento da população e a falta de recursos.

Cada ano tem um tema. Os últimos foram: Água para cidades (2011), Qualidade da Água (2010), Águas Transfronteiriças (2009) e Ano Internacional Sanitário (2008).

Desta vez, o que baliza os debates é a questão de que 7 bilhões de pessoas já habitam este planeta, e o número deve chegar a 9 bilhões até 2050. Cada uma consume, em média, 2 a 4 litros por dia.

Escassez de água pode gerar conflitos no futuro, dizem especialistas
Fórum Mundial da Água e fórum alternativo discordam em soluções

Além disso, segundo o site das Nações Unidas para a data, consumimos ainda mais água ao comer, já que a produção de um bife ou de trigo consume muita água.

Para evitar o desperdício de água, a campanha visa tópicos como dieta sustentável, produtos que consomem menos água, redução de despedício e produção de comida usando menos água.

Use detergentes biodegradáveis
Custam um pouco mais que o convencional, mas rendem mais e poluem menos.
Não lave a louça com a torneira aberta
Ensaboe toda a louça e depois tire o sabão de uma só vez. Ou, se preferir, faça como os europeus: lave a louça com a pia tampada e cheia de água.
Deixe as panelas de molho Principalmente aquelas sujas de molho, de fritura ou com muita gordura. Fazendo isso, você se esforça menos e ainda economiza água na hora de lavá-las.
Não deixe as crianças brincarem com água
Apesar de divertida, a brincadeira pode passar a ideia de que a água é um recurso infinito. Ensine às crianças que a água é um bem precioso e finito.
Reutilize água
A água do último enxágue da máquina de lavar e da chuva pode ser usada para lavar o quintal, regar plantas e até para dar a descarga nos banheiros.
Conserte vazamentos
Uma torneira que pinga a cada cinco segundos libera, ao final de um dia, mais de 20 litros de água. O desperdício ainda faz estrago na conta mensal.
Não use o vaso sanitário como lixeira
Cada descarga acionada em um vaso com válvula utiliza cerca de 15 litros de água. Nos modelos com caixas acopladas, são seis litros.
Em hotéis, evite trocar toalhas e lençóis todos os dias
Ninguém é tão sujinho que não possa trocar a roupa de cama a cada três dias, por exemplo. É uma maneira de economizar água e energia elétrica.
Evite comprar água em garrafinhas plásticas
O ideal é usar apenas uma garrafa, que deverá ser levada sempre com você.  Ela pode ser reabastecida toda vez que for necessário.
Lave o carro a seco
Já existem empresas especializadas nesse tipo de limpeza. Apesar de custar um pouco mais caro, gera uma enorme economia de água.
Torneiras e chuveiros
Use torneiras e chuveiros com arejador, um dispositivo que aumenta o volume da água com bolhas de ar e tem menos vazão. Reduz o consumo em até 30%.
Vaso sanitário
Troque os vasos sanitários de 12 litros por outros de seis litros ou daqueles com duplo acionamento. Numa casa com três pessoas a economia é, em média, de 36 litros de água por dia.

Dia Mundial da Água

História do Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.
Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 


10 de março de 2012

Proposta para transformar Reserva do Arvoredo em parque nacional reabre polêmica ambiental

Parlamentartes catarinenses retomaram negociação com Ministério do Meio Ambiente


Proposta para transformar Reserva do Arvoredo em parque nacional reabre polêmica ambiental Edu cavalcanti/Agencia RBS
Visitação é proibida na Ilha, exceto as de caráter educacional com autorização do ICMBio Foto: Edu cavalcanti / Agencia RBS

A região da Ilha do Arvoredo, entre Florianópolis e Bombinhas, chega aos 22 anos com a categoria de Reserva Biológica (Rebio) Marinha cercada por água e polêmicas.

Desde quando a área equivalente a cerca de 16 mil campos de futebol foi oficializada como reserva, no dia 12 de março de 1990, especialistas, políticos e outros representantes da comunidade dividem opiniões sobre qual seria a titulação correta. A dúvida fica entre duas classificações — estipuladas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade — do grupo de proteção integral das unidades de conservação: Parque Nacional ou Reserva Biológica Marinha.

Assista ao vídeo sobre a polêmica em torno da transformação da reserva em parque



A reserva determina a preservação total dos recursos naturais, com a proibição da visitação pública, salvo exceções como pesquisa e educação ambiental. O parque nacional permitiria a realização de atividades de recreação, educacionais e de turismo ecológicos. Em ambos os casos, pesca e construções ficam proibidas e qualquer intervenção deve considerar a manutenção dos ecossistemas.
Propostas para fazer da reserva um parque nacional já foram oficializadas em projetos de lei que tramitaram na Câmara dos Deputados desde a década de 1990. A discussão ganhou novo fôlego no final do mês passado, quando parlamentares catarinenses retomaram a ideia em conversas com o Ministério do Meio Ambiente e com o ICMBio. Apesar de o órgão ambiental de Brasília ter aprovado o encaminhamento e estabelecido uma reunião com o conselho consultivo da atual Rebio, um consenso parece mais distante do que os 35 quilômetros que separam a Ilha da Capital.

Consenso parece distante
Analistas ambientais da Estação Ecológica de Carijós do ICMBio — responsáveis pela fiscalização da área —, pedem uma normatização que garantisse a diversidade de espécies e uma avaliação minuciosa dos impactos que a visitação pública poderia ter, caso houvesse a transformação de titulação.

De acordo com pesquisadores da Universidade Federal (UFSC), ainda não haveria um diagnóstico de todas as espécies da reserva, mas trabalhos sinalizaram que não se trata apenas de um cenário de um colorido que os olhos custam a crer. A região conteria tipos de insetos, de algas e formações de corais raras, além de abrigar e ser rota de passagem de espécies ameaçadas de extinção.

Diante de tanta riqueza natural, para um conjunto de especialistas, ter duas únicas reservas de conservação exclusivamente marinha é um privilégio. Foi, inclusive, pela proximidade com a Rebio Biológica do Arvoredo e de outras duas unidades de conservação — a Área de Proteção Ambiental de Anhatomirim e a Estação Ecológica de Carijós — que o ICMbio da região sul disse "não" à instalação do Estaleiro OSX em Biguaçu, em 2010.

Impulso para o turismo
Em outra direção estão as operadoras de mergulho e um grupo especialistas e políticos miram no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, em Pernambuco, para convencer a mudança. Eles defendem que abrir a região da Ilha do Arvoredo para mergulho contemplativo e até para trilhas pode aproximar a população da natureza, além de dar um impulso ao turismo no litoral catarinense.
Enquanto isso, poucos são os autorizados — e privilegiados — a chegar na área protegida pelo título de reserva e pelos cerca de 25 quilômetros, de um mar nem sempre tranquilo, que a separam da costa.

:: DIFERENÇAS

Reserva Biológica

— Visa à preservação integral dos recursos naturais, sem a interferência humana direta ou modificações ambientais.

— São permitidas medidas necessárias para a recuperação do equilíbrio natural e da diversidade de espécies.

— A visitação é proibida, exceto as de caráter educacional e de pesquisa com a autorização do ICMBio.

— A maior parte das reservas encontra-se na porção terrestre.
As únicas duas reservas com conservação exclusivamente marinha no país são a Rebio Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte, com 36,2 mil hectares, e a Rebio Marinha do Arvoredo, com 17,6 mil hectares, no litoral catarinense.

Parque Nacional

— Os parques são o tipo de unidade mais antigo e mais popular no país.

— Possibilitam a pesquisa científica e a realização de atividades de recreação e turismos ecológico.

— O manejo do parques leva em consideração os ecossistemas de cada localidade.

— O mergulho de contemplação e a visitação são permitidos com base no plano de manejo de cada local.

— A pesca é proibida.

— Entre os exemplos de Parques Nacionais Marinhos estão Fernando de Noronha, com 11,3 mil hectares e o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, com 68,9 mil hectares. Em Fernando de Noronha, a entrada de visitantes pode ser feita até por trilhas, e é controlada pelo Ibama.



Fonte: ICMBio

14 de janeiro de 2012

Deslizamentos de terra e alagamentos nas ruas da capital!

Chove muito em Florianópolis
Imagem de radar mostra as áreas de chuva intensa atravessando a ilha em Florianópolis neste sabado.
Fonte: Ciram (www.ciram.com.br)
Vocês não fazem ideia do dilúvio em Florianópolis, as ruas nos balnearios viraram um rio com forte correnteza.

A chuva deverá ser persistente na tarde, noite de sábado e início do dia de domingo
Ja aconteceram alguns deslizamentos na capital em torno do maciço do morro da cruz , na sc 405 em direçao ao sul da ilha (rio  tavares), e  alagamentos  em algumas ruas do centro da cidade .

Recomendações da Defesa Civil:
No caso de ventos fortes ou tempestades: as pessoas devem procurar abrigo em locais seguros e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas ou objetos que possam ser arremessados.

Alagamentos: deve evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Se houver granizo é aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Deslizamento de terra:
deve ser observado qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências e inclinação de postes e árvores. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.
Deslizamento no Morro dos Cavalos BR 101.


 
Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão. O telefone para contato é o (48) 3244-0600 ou 4009-9816.
Precipitação acumulada das últimas 72 horas
2012





12 de janeiro de 2012

CRATERA NO PANTANAL

Os moradores da rua Antônio Francisco da Silveira em frente a eletrosul , esquina com a principal via de acesso á   Dep Antonio Edu Vieira na comunidade do pantanal, estão indignados com a "cratera "que surgiu no inicio do mês localizada entre o centro comunitário e o restaurante via brasil, que vem vertendo esgoto e detritos e exalando um mau cheiro terivel e insuportavel  para os moradores, frequentadores e clientes do comercio local.
Segundo a comunidade  - que depois de varias reclamações -  uma equipe da CASAN esteve no local, e depois de uma analise superficial nada foi feito ate o momento.
E ai já se vão quase quinze dias e os moradores continuam com o problema , revelando mais uma vez o descaso da concessionaria com o usuário.
 E como se  não bastasse o terrível odor, deste verdadeiro esgoto a céu aberto levando risco a saúde das pessoas que transitam no local , nao foi feita nem a sinalização  para desviar  da "cratera" evitando assim acidentes com pessoas e/ou automóveis.
A comunidade não aguenta mais este descaso e promete para os próximos dias (se não solucionado o problema), fazer um protesto e ate mesmo se necessário bloquear por alguns momentos as vias de acesso ao bairro, para ver se assim sensibiliza os órgãos competentes.

Reclame!

Casan (Companhia de Águas e Saneamento de Santa Catarina)

::: Rua Emílio Blum, 83, Centro, Florianópolis.

::: Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

::: Telefone: 3221-5000.

::: Serviço de atendimento ao cliente 24h: 0800-643-0195.

5 de janeiro de 2012

RELATÓRIO DE BALNEABILIDADE

Um dos destinos mais concorridos de turistas brasileiros e, principalmente, estrangeiros, está com as suas praias comprometidas. Relatório de balneabilidade , divulgado no dia 23 de Dezembro, aponta para a gravidade das condições do mar nas praias de Florianopolis. A Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) identificou que só em Florianópolis 59,38% das águas estão impróprias para banho.
Um fato interessante nessa questão é a relação de saneamento com a balneabilidade das praias; cabendo lembrar que balneabilidade é a qualidade da água para uso recreacional (banho, mergulho, natação, etc.), que em contato direto com o corpo, ou mesmo se ingerida em pequenas quantidades, não prejudica a saúde, mas a água contém uma grande quantidade de bactérias provenientes de esgostos lançados no local que podem  também levar o risco de contrair hepatite A. salmonelose e febre tifóide.
Alguns dos sintomas são: ictericia, febre, vômitos, dores de barrida e diarréia. 

Porém, sem investimento direcionado para o saneamento básico, as condições de balneabilidade não melhoram nas praias da nossa cidade .

O que os órgaos públicos  e ambientais estão fazendo para  para resolver este problema crescente, estão fiscalizando, autuando,multando, ou vamos esperar que nossos balneários fiquem impróprio e que as pessoas não tenham mais nem o direito a diversão pública e democrática também nas praias da nossa cidade?  Fica a pergunta. 
Data do Relatório: Relatório nº 3 - 23/12/2011   
Ponto de Coleta
Resultado
Lagoa da Conceição - Em frente à servidão Pedro Manuel Fernandes
Próprio
Lagoa da Conceição - Nos trapiches dos Serviços de Transportes
Impróprio
Lagoa da Conceição - Em frente à rua de acesso à Praia da Joaquina
Próprio
Lagoa da Conceição - Canto da Lagoa - Ao lado do Posto de Saúde
Próprio
Lagoa da Conceição - Em frente ao acesso para o Rio Tavares
Próprio
Lagoa da Conceição - Altura do nº 1480 da Av. das Rendeiras
Próprio
Lagoa da Conceição - Em frente à Rua Manuel Isidoro da Silveira
Impróprio
Lagoa da Conceição - Altura do nº 2267 da Av. Osni Ortiga
Impróprio
Lagoa da Conceição - Em frente à Rua Canto da Amizade
Impróprio
Praia Brava - Próximo à foz do riacho (Costão Sul)
Próprio
Praia Brava - Em frente ao Posto de Salva-Vidas
Próprio
Praia Brava - Riacho
Próprio
Praia da Armação do Pântano do Sul - Em frente à Igreja da Vila
Impróprio
Praia da Armação do Pântano do Sul - Foz do Rio Sangradouro
Impróprio
Praia da Barra da Lagoa - Aprox. 50 metros à esquerda dos molhes
Próprio
Praia da Base Aérea - Ao lado do trapiche
Próprio
Praia da Beira-mar Norte - Em frente ao monumento da Polícia Militar
Impróprio
Praia da Cachoeira do Bom Jesus - Frente ao trevo de acesso a Ingleses
Próprio
Praia da Caiacangaçu (Ribeirão da Ilha) - Altura do nº 12 820 da Estrada Geral do Ribeirão
Próprio
Praia da Daniela - Frente à Rua dos Cactos
Próprio
Praia da Joaquina - Em frente ao Posto de Salva-Vidas
Próprio
Praia da Lagoinha - À esquerda da saída da Lagoa
Próprio
Praia da Saudade - Canto esquerdo da praia
Impróprio
Praia da Solidão - Foz do Rio das Pacas
Próprio
Praia da Tapera - No meio da praia
Próprio
Praia das Palmeiras - No meio da praia
Impróprio
Praia de Canasvieiras - Em frente à Rua das Flores
Próprio
Praia de Canasvieiras - Em frente à Av. das Nações
Próprio
Praia de Canasvieiras - Lado esquerdo do trapiche
Próprio
Praia de Canasvieiras - Em frente à Rua Heitor Bitencourt
Próprio
Praia de Canasvieiras - Em frente à Rua Acari Margarida
Impróprio
Praia de Canasvieiras - Canto esquerdo da praia, próximo às pedras
Próprio
Praia de Jurerê - Em frente à Rua das Moréias
Próprio
Praia de Jurerê - Em frente à Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho
Próprio
Praia de Jurerê - Em frente à Rua Luis Rampa
Próprio
Praia de Jurerê - Em frente à Rua Waldemar Medeiros
Próprio
Praia de Jurerê Internacional - Em frente à Av. dos Salmões
Próprio
Praia de Ponta das Canas - A 100 metros à esquerda da Igreja
Próprio
Praia de Ponta das Canas - Altura do nº 5 281 da Estrada Geral, na Lagoa
Impróprio
Praia de Ponta das Canas - Frente à Rua Alcina Jannis
Próprio
Praia de Sambaqui - Frente à Servidão Paraíso das Flores
Próprio
Praia de Sambaqui - Ponta do Sambaqui
Próprio
Praia de Santo Antônio de Lisboa - Rua Roldão da Rocha Pires
Próprio
Praia de Santo Antônio de Lisboa - Frente à Servidão Hipólito Machado
Próprio
Praia do Balneário (Estreito) - Em frente à Rua José Cândido da Silva
Impróprio
Praia do Bom Abrigo - Em frente à Rua Teófilo Almeida
Impróprio
Praia do Cacupé - Próximo ao númer 4000 da Rod. Haroldo S. Glavan
Próprio
Praia do Cacupé - No meio da praia
Próprio
Praia do Campeche - Frente à Av. Pequeno Príncipe
Próprio
Praia do Campeche - Frente à Servidão Família Nunes
Impróprio
Praia do Forte - Na entrada da praia
Próprio
Praia do Itaguaçu - Entre o trevo e a Rua Euclides Cunha
Impróprio
Praia do Jardim Atlântico - Em frente à Rua Elesbão Pinto da Luz
Impróprio
Praia do José Mendes - No meio da praia
Impróprio
Praia do Matadouro - Belmira Isabel Martins
Impróprio
Praia do Meio (Coqueiros) - No meio da praia
Próprio
Praia do Pântano do Sul - 100 metros da entrada da praia
Próprio
Praia do Ribeirão da Ilha - Em frente à Praça
Próprio
Praia do Santinho - 200 metros à esquerda do Costão Sul
Próprio
Praia dos Ingleses - Em frente ao rio Capivari
Impróprio
Praia dos Ingleses - Em frente ao Posto de Salva-Vidas
Próprio
Praia dos Ingleses - Em frente à Rua da Igreja
Próprio
Praia dos Ingleses - Em frente à Rua do Siri
Próprio
Praia dos Ingleses - Em frente à Rua Dante de Pata
Próprio
Praia Mole - Acesso principal
Próprio


Classificação do ponto conforme Resolução Conama nº 274/2000:
Próprio: quando em 80% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas anteriores, no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia Coli por 100 mililitros.
Impróprio: Quando em mais de 20% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas anteriores, no mesmo local, for superior a 800 Escherichia Coli por 100 mililitros.
fonte.:/FATMA - Fundação do Meio Ambiente