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2 de abril de 2012

UFSC procura voluntários para desenvolvimento de remédio para colesterol feito com erva-mate

Pesquisas indicam que o consumo reduz o colesterol e pode diminuir as taxas de glicose

UFSC procura voluntários para desenvolvimento de remédio para colesterol feito com erva-mate Ronald Mendes/Agencia RBS
Foto: Ronald Mendes / Agencia RBS
Roberta Ávila

A pesquisadora Aline Minuzzi Becker, que está fazendo mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), procura voluntários para um estudo que pretende desenvolver cápsulas com extrato seco de erva-mate. Foi comprovado em estudos anteriores da UFSC que a infusão da erva provoca redução do colesterol.

A pesquisa com erva-mate já dura três anos na UFSC. Já foram realizados testes com animais e não foram registrados efeitos colaterais nem com ratos e nem com coelhos.

Outros benefícios da ingestão da erva-mate são a redução da glicose em pessoas consideradas pré-diabéticas e a redução de oxidantes. que são substâncias relacionadas ao envelhecimento precoce.

— Não temos dados sobre envelhecimento especificamente, relacionando o consumo da erva e o combate do envelhecimento precoce — alerta Aline.

A pesquisa entra agora na etapa toxicológica, ou seja de testes com humanos, para desenvolvimento de um medicamento.

— Já trabalhamos com 18 voluntários, mas procuramos mais 120, 40 para um grupo de controle, que vai receber o placebo, 40 para receber a cápsula feita com erva verde e 40 para receber cápsula com a erva tostada — explica a pesquisadora.

Requisitos
Para ser voluntário na pesquisa é necessário ter entre 18 e 60 anos e ter problema de colesterol alto. Também é necessário estar dentro do peso normal, ou seja com índice de massa corpórea menor que 30, não ter doença na tireoide, hepática ou renal e nem ser diabético.

— A pessoa precisa estar saudável, em geral — conclui Aline.

Não podem participar grávidas e nem atletas que praticam exercícios intensos.

Para se candidatar ao estudo entre em contato pelo e-mail ali.mb@hotmail.com ou pelo telefone (48) 3721-9712 ramal 219.

DIÁRIO CATARINENSE

Caminhão do peixe estará no Centro de Florianópolis nesta segunda-feira (2)

O objetivo é oferecer o pescado de qualidade com preços acessíveis

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis
 

Quem faz questão de consumir peixes durante a quaresma e a Sexta-feira Santa, terá mais uma opção para adquirir o pescado em Florianópolis. Para facilitar o acesso, a região Central da Capital receberá segunda-feira (2) o Caminhão Feira do Peixe, um projeto do Ministério da Pesca em parceria com a prefeitura, Igeof (Instituto de Geração de Oportunidades de Florianópolis) e Sindifloripa (Sindicato das Indústrias de Pesca de Florianópolis). Os peixes e pescados serão vendidos a preços populares, que variam entre R$ 5 e R$ 9 o quilo. O caminhão será colocado no largo da Catedral Metropolitana a partir das 9h.

O Caminhão do Peixe, que há um ano funciona pelos bairros do município, vai ao Centro para permitir que mais pessoas tenham acesso ao consumo do alimento. Normalmente o caminhão é levado aos bairros que tem demanda. “Além de permitir que as pessoas tenham o seu peixe para a sexta-feira Santa, também queremos incentivar que a população consuma o peixe e o pescado”, explicou o superintendente adjunto do Igeof, Fábio Braga. Para atender a comunidade, o caminhão é estruturado com mini peixaria, câmara fria e câmara de congelamento. O veículo tem capacidade de transportar 3,5 toneladas de peixes.

Entre os tipos peixes que serão comercializados estão o filé de pescada, gordinho, misturinha e cocoroca. “A expectativa de venda é muito boa, principalmente pela época do ano”, observou Braga. Até quinta-feira (5), o caminhão percorrerá os bairros de Florianópolis. Confira na tabela os horários e endereços para comprar o peixe.

 Confira onde o caminhão do peixe estará durante a próxima semana.

02/abr 09h – Segunda Centro - no Largo da Catedral 
03/abr 09h – Terça Villa Aparecida - Servidão Manoel Ezidoro Araújo N°14 
04/abr 09h – Quarta Alto do Ribeirão da Ilha - Centro Comunitário 
05/abr 09h – Quinta Monte Serrat - Rua, General Vieira da Rosa, em frente a Igreja Católica
 Publicado em 01/04-11:00 por: Saraga Schiestl.
NDonline

13 de dezembro de 2011

Esgoto Nas Praias - Pesadelo das Comunidades

O tratamento do sistema de esgoto nas praias tornou-se o pesadelo das comunidades e dos empresários ligados ao turismo. Ou os dejetos passam a ser adequadamente tratados, ou então muitas praias hoje bastante freqüentadas, vão se tornar cada vez mais impróprias para os banhos , pois a cada avaliaçao dos órgãos ambientais estão sendo  localizados pontos e mais pontos críticos nos nossos balnearios.
É uma questão de sobrevivência.
Na avaliação da temporada do ano passado, as maiores reclamações foram para o lançamento de esgotos nas praias, partidas dos próprios turistas. As comunidades de Santo Antônio e Sambaqui, também se movimentam no sentido de cobrar das autoridades maior respeito com o ecossistema há muito abandonado, e que resolvam os problemas na area de esgoto e saneamento (com relação aos dejetos jogados na praia), e o mau cheiro constante, contrastatando com seu rico centro gastronomico.

Quando se fala em colocar Florianópolis na rota dos transatlânticos, têm-se em mente que os turistas que viajam á bordo dessas embarcações, não estão dispostos a desembarcar em praias onde exista um rio escoando esgotos para a praia, como acontece em muitas praias da Ilha. Houve um tempo em que tratar o esgoto era um luxo, necessidade tratada como exigência no mínimo descabida. Mas hoje as coisas mudaram e já se sabe que a própria atividade pode se inviabilizar, caso não sejam tomadas medidas urgentes, concretas e eficazes

21 de outubro de 2011

Família divulga fotos que levaram à interdição de supermercado em Florianópolis

Família encontrou corpo estranho
em bolo de chocolate Foto:Arquivo Pessoal

Estabelecimento foi reaberto após cumprir determinações da Vigilância Sanitária

A família que denunciou o Supermercado Imperatriz de Canasvieiras, no Norte da Ilha, em Florianópolis, por falta de condições de higiene divulgou as fotos que originaram a queixa à Vigilância Sanitária. O órgão interditou o estabelecimento na terça-feira.

Na quarta-feira, o supermercado foi reaberto após cumprir as exigências do órgão. De acordo com Anselmo Granzotto, diretor do órgão municipal, o local passará por inspeções periódicas para checar a manutenção da qualidade.

Ao fazer uma inspeção no local, os agentes sanitários teriam encontrado bastante sujeira, lixo, proliferação de ratos e animais mortos próximos a caixas de alimentos. A precariedade na estrutura e falta de higiene estava mais crítica no depósito e no setor de panificação.

Após ser interditado, o Supermercados Imperatriz informou que reconhece o problema, mas garante que ele é pontual e que vai apurar as responsabilidades.

Denúncia
O homem, que prefere não se identificar, teria comprado o bolo no domingo à tarde e ao cortar as fatias percebeu que havia um corpo estranho. Ele e a filha de 17 anos já teriam comido alguns pedaços.

— Pretendo entrar com uma ação contra o supermercado por dano moral. Minha filha, que é chocólatra, até vomitou e não pode nem pensar em doce.

DIÁRIO CATARINENSE: 21/10/2011

Embargo da obra do Hospital Regional de Biguaçu completa um mês

Anvisa afirma que o projeto da unidade fere as normas que regulamentam este tipo de edificação

 

Obra de construção estaria irregular e entidade responsável pelo hospital pode ter que pagar por adequações
Foto:Caio Marcelo / Agencia RBS

O embargo da obra do Hospital Regional de Biguaçu, que completou um mês nesta quinta-feira, parece longe de chegar ao fim. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma que o projeto da unidade fere as normas que regulamentam este tipo de edificação.

:: Esta matéria está na edição impressa do Diário Catarinense de hoje. Confira a versão completa do jornal aqui.
Segundo a agência, há 112 irregularidades no projeto, entre eles problemas na UTI neonatal. Para a Anvisa, o hospital, que seria inaugurado em dezembro, terá que ser reformado para se adaptar. Enquanto o problema não for resolvido, não há data para a retomada das obras.

A Secretaria da Saúde de Biguaçu busca uma solução junto à Organização Mundial da Família (OMF), responsável técnica pela projeto, que garante: o hospital está totalmente de acordo com as resoluções da Anvisa.

A diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Raquel Bittencourt, que representa a Anvisa, afirma que as soluções para as irregularidades são complexas e precisam ser encaminhadas em conjunto com o órgão estadual e os responsáveis pelo projeto.

— A obra foi executada conforme o projeto, que tem inconformidades.

Segundo a diretora, o Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, passou pela mesma situação e, por causa do grande número de problemas técnicos, demorou muito mais do que o previsto para entrar em funcionamento.

Foram três anos para resolver e eles inauguraram com correções a serem feitas. Os erros precisam ser corrigidos no projeto e na obra. Se fosse só uma questão de papéis, a gente não teria interditado o hospital.

O secretário de Saúde de Biguaçu, Leandro Adriano de Barros, espera esclarecimentos da OMF, que rebateu as irregularidades apontadas.

— Nós esperamos que eles alterem o que for necessário ou justifiquem legalmente se não forem mudar — diz.

Ele garante que o município não terá ônus em eventuais adaptações.

— A OMF vai ter que arcar com todas as despesas. Eles têm a responsabilidade técnica. Se não resolverem o problema, a gente vai resolver com recursos do município e cobrar o ressarcimento na Justiça.

Fonte: DC 21/10/2011